Sicília, um passeio à beira mar

Trapani

Começo o segundo artigo sobre a viagem à Sicília quando chegámos a Trapani, na ponta mais oeste da ilha. Trapani é um óptimo ponto de partida para as outras ilhas mais pequenas lá perto e que segundo nos contaram são paradísiacas. Infelizmente quando lá estivemos estava muito mau tempo, chuva e vento, pelo que a nossa visita a uma delas – Favignana – não foi de todo o factor UAU de que estávamos à espera. De qualquer forma almoçámos por lá divinalmente no Pakkaro. Quando regressámos da ilha quisémos tentar descobrir uma fábrica pequena (La Rinascente) que nos tinham falado, onde só faziam cannoli. À porta fechada e no meio de uma chuva intensa conseguimos entrar e os nossos cannoli foram feitos pelo próprio pasteleiro, na hora, como se estivesse na sua própria cozinha, um must go!

Palermo

De seguida rumámos à capital da ilha, Palermo, com um mercado de rua, de frutas e legumes onde nos podemos perder de tão grande que é e com muitas coisas históricas para conhecer.

Almoçámos os famosos arancini no Ke Palle (só de pensar fico com água na boca) e uma cassatela de sobremesa na porta mesmo ao lado! Delicioso!

Em Palermo divagámos enquanto a chuva nos permitiu pelas imensas ruas da cidade, estivémos no centro do Quattro Canti e avistámos a Porta Nuova. Muitos sítios para passear e aproveitar o que de melhor existe numa Sicília mais cosmopolita.

Cefalú

Cefalu, depois de Palermo foi uma lufada de ar fresco, ou marítimo neste caso. Uma cidade à beira mar plantada, com um ambiente rústico e pormenores maravilhosos. O nosso hotel era mesmo em cima do mar, uma vista desafogada. Aproveitámos imenso este bocadinho de paz, quase não saímos, a não ser mais ao final do dia para conhecer a cidade. Deu para ler, dormir a sesta e saborear o por do sol.

De Cefalú passámos por Caccamo e o seu imponente castelo, rumo novamente à Catânia onde ficámos no ínicio da viagem mas que ainda não tínhamos conhecido.

Taormina

Uma cidade na encosta da montanha com vista para o mar e para o monte Etna. De cortar a respiração. Aconselho a deixarem o carro num dos parques no início da subida e fazerem o resto a pé porque quase todas as ruas são apenas pedestres.

Na Catânia, na última noite, ficámos num dos hotéis mais bonitos. Num edifício industrial, mas recuperado, repleto de pormenores bonitos. Foi uma óptima despedida da Sicília!

Arrivederci!

 

 

Escrito por: Joana

Joana. Casada com o João. Mãe do Sebastião. Mãe emprestada de uma Teckel, a Sushi, e de um gato rafeirão, o Tozé. Vive em frente ao mar e adora o campo. Quer alcançar o significado da palavra devagar. Viver devagar, saborear cada segundo e cada detalhe. Ler mais.

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