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Osho, Alegria. É neste livro que encontram estas palavras: “Não se permite que as crianças experimentem a liberdade. Se a criança pergunta à mãe : “Posso ir lá para fora? O sol está a brilhar e o ar está fresco e apetece-me correr um bocado”, a mãe diz logo, de uma forma obsessiva e compulsiva, que não. A criança não pediu muito. Queria apenas ir apanhar sol e ar fresco, queria desfrutar do sol e do ar e da companhia das árvores – não era nenhum pedido extravagante! – mas, compulsivamente, devido a um impulso profundo, a mãe diz logo que não. É muito raro ouvir uma mãe ou um pai dizerem que sim. Mesmo quando o dizem, é com grande relutância. Mesmo que digam sim, fazem a criança sentir-se culpada, como se os estivesse a forçar, como se estivesse a fazer uma coisa errada. Sempre que uma criança estiver feliz, a fazer seja o que for, é quase certo que vai aparecer alguém para a interromper e dizer para parar. Pouco a pouco a criança começa a pensar que aquilo que a faz feliz é certamente errado. E é claro que nunca se sente feliz a fazer aquilo que lhe mandam, porque não é um impulso espontâneo. Por isso ela começa a aprender que ser infeliz está certo e ser feliz está errado. Esta associação fica profundamente enraizada. (…) Os pais fazem às crianças aquilo que os seus próprios pais lhes fizeram. É assim que cada geração destrói a seguinte. É assim que transferimos a nossa neurose de uma geração para outra. A Terra transformou-se num manicómio. Já ninguém sabe o que é o êxtase. Perdeu-se. Foram criadas barreiras sucessivas. Reparei que quando as pessoas começam a meditar e a sentir um aumento de energia, começando a sentir-se felizes, vêm logo ter comigo e perguntam: “Aconteceu uma coisa muito estranha. Sinto-me feliz, mas também me sinto culpado, sem razão nenhuma”. Que culpa é esta? As pessoas ficam mesmo perplexas. Porque se haviam de sentir culpadas? Sabem que não se passa nada, que não fizeram nada de mal. De onde surge esta culpa? Ela tem origem no condicionamento profundamente enraizado que as levam a associar a alegria a algo mau. Estar triste não faz mal, mas ser feliz não é permitido.”

Alegria – A felicidade interior
Osho

Quando um pediatra da África do Sul pergunta aos seus doentes em fase terminal do que mais gostaram na vida, não podemos deixar de pensar um bocadinho acerca destas respostas.

Apetece-vos bolo? este é dos melhores que já comi, acompanhado por uma boa leitura.

Mas quando chegarem a casa não mergulhem imediatamente nas mil e uma tarefas por fazer, mergulhem antes uma destas bombas de banho e relaxem durante alguns minutos.

E que hotel escolher para a próxima viagem? Depois de procurarem imenso ainda nenhum fez clique? Basta entrar aqui. Difícil vai ser escolher.

 

Photo by Jenn Evelyn-Ann on Unsplash

Escrito por: Joana

Joana. Casada com o João. Mãe do Sebastião. Mãe emprestada de uma Teckel, a Sushi, e de um gato rafeirão, o Tozé. Vive em frente ao mar e adora o campo. Quer alcançar o significado da palavra devagar. Viver devagar, saborear cada segundo e cada detalhe. Ler mais.

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